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Conheça as 10 juradas da 1ª edição do Prêmio #Rompa

Projetos para enfrentamento da violência de gênero. Com 58 práticas inscritas nas categorias Magistrada/Magistrado e Sociedade Civil, o Prêmio #Rompa – TJSP e Apamagis convidou 10 mulheres de reconhecida experiência na área de enfrentamento da violência de gênero para comporem o corpo de jurados que irá avaliar os trabalhos. Na categoria Magistrada/Magistrado, a desembargadora Angélica de Maria Mello de Almeida, a jornalista Flávia Oliveira, a professora Fabiana Severi, a promotora Juliana Tucunduva e a delegada Cristine Guedes julgarão os projetos de acordo com os critérios estabelecidos no regulamento. Já a categoria Sociedade Civil ficará por conta da juíza Juliana Silva Freitas, da defensora Monica de Melo, da advogada Claudia Luna, da professora Mariângela Magalhães e da psicóloga Mafoane Odara. O Prêmio #Rompa tem por objetivo identificar e disseminar práticas de combate à violência de gênero que estejam em andamento no Estado de São Paulo, sejam elas ações de prevenção, de acolhimento, de atendimento a vítimas ou iniciativas para evitar a reincidência de crimes. Os três primeiros colocados da categoria Sociedade Civil receberão prêmios de R$ 5 mil (1º lugar), R$ 3 mil (2º lugar) e R$ 2 mil (3º lugar), como forma de incentivo à sua continuidade. Na categoria Magistrada/Magistrado, a prática vencedora será incentivada pelo TJSP e pela Apamagis junto a outras unidades do Judiciário paulista. Conheça as juradas:   Angélica de Maria Mello de Almeida - Graduada pela Faculdade Paulista de Direito da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, dedicou-se à advocacia criminal até 1995, quando foi nomeada juíza do Tribunal de Alçada Criminal de São Paulo pelo critério do Quinto Constitucional, tornando-se a primeira mulher a integrar o quadro de magistrados daquela Corte. Em 2005, foi promovida a desembargadora. Durante muitos anos esteve à frente da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Poder Judiciário do Estado de São Paulo (Comesp).   Claudia Luna - Presidente da Comissão da Mulher Advogada da Ordem dos Advogados do Brasil – Seção São Paulo, é graduada pela Universidade Estácio de Sá e pós-graduada pela Escola Superior do Ministério Público do Estado de São Paulo. É especialista em violência de gênero pela Georgetown University e atua na defesa e garantias dos direitos das mulheres em situação de violência doméstica desde 1997. Integrou grupos de estudos sobre violência de gênero, empoderamento de mulheres e estratégias de advocacy para prevenção e enfrentamento ao racismo e discriminação racial na George Washington University, Miami University e Organização dos Estados Americanos (OEA).   Cristine Guedes - Bacharela em Direito pela Faculdade de Direito Cândido Mendes, no Rio de Janeiro, e pós-graduada em Direto Penal e Processo Penal pela mesma instituição. É delegada de Polícia Civil e atua na Primeira Delegacia de Defesa da Mulher (DDM) de São Paulo.   Flávia Oliveira – Formada em jornalismo pela Universidade Federal Fluminense, é colunista do jornal O Globo e comentarista da Globonews, além de atuar na Rádio CBN. Membro dos conselhos consultivos da Anistia Internacional Brasil, da ONG Uma Gota no Oceano e do Instituto Coca-Cola Brasil, recebeu prêmios como o Esso de Jornalismo na categoria “Melhor Contribuição à Imprensa”, o Prêmio Jornalismo para Tolerância da Federação Internacional de Jornalistas (FIJ) e o Prêmio Elizabeth Neuffer da Associação dos Correspondentes da ONU.   Fabiana Cristina Severi – Professora do Departamento de Direito Público da Faculdade de Direito de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (USP) e do Programa de Mestrado, possui graduação e mestrado em Direito pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho e doutorado em psicologia pela Universidade de São Paulo. É responsável, dentre outras, pela disciplina de “Direito e Relações de Gênero” da USP e participante do Consórcio Lei Maria da Penha.   Juliana Tucunduva – Formada em Direito pela Instituição Toledo de Ensino, é promotora de Justiça desde 1999, com atuação na Promotoria de Justiça do III Tribunal do Júri da Capital desde 2012. Em 2019, passou a atuar na Casa da Mulher Brasileira. É coordenadora do Projeto Re.nata, para acolhimento de vítimas diretas e indiretas de feminicídio tentado e consumado. Juliana Silva Freitas – Bacharela em Direito pela Universidade Federal da Bahia, atua como juíza substituta no Tribunal de Justiça de São Paulo. É membro colaboradora da Coordenadoria da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar do Poder Judiciário do Estado de São Paulo (Comesp) e membro da diretoria do Fórum Nacional de Juízas e Juízes para Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher (Fonavid).   Mafoane Odara - Psicóloga e mestre em Psicologia do Departamento de Psicologia Social da Universidade de São Paulo. Pesquisadora do Núcleo de Estudos de Prevenção da Aids - Nepaids / USP nas áreas de juventude, saúde, gênero e raça, coordena a área de enfrentamento à violência contra as mulheres do Instituto Avon e integra a Rede pela Diversidade da Avon e a Diretoria do Fundo Brasil de Direitos Humanos. Tem se dedicado ao apoio e aprimoramento de iniciativas sociais e serviços públicos relacionados ao enfrentamento da violência doméstica e a consolidação de programas de persidade e direitos humanos, especialmente relacionados às questões de gênero e relações étnico-raciais.   Mariângela Magalhães  - Professora associada de Direito Penal da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP), graduou-se em Direito pela USP e é mestra e doutora em Direito Penal. Atualmente é Ouvidora de Gênero (OuviGen) da Universidade e vice-presidente do Grupo Brasileiro da Associação Internacional de Direito Penal (AIDP).    Monica de Melo - Defensora Pública do Estado de São Paulo, é professora de Direito Constitucional da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), onde também graduou-se em Direito e concluiu o mestrado e doutorado. É integrante do Grupo de Pesquisa "Direito, Discriminação de Gênero e Igualdade" da PUC-SP e membro do Conselho Consultivo do Observatório de Gênero da Secretaria de Políticas para as Mulheres (SPM).   imprensatj@tjsp.jus.br   Siga o TJSP nas redes sociais:  www.facebook.com/tjspoficial www.twitter.com/tjspoficial www.youtube.com/tjspoficial www.flickr.com/tjsp_oficial www.instagram.com/tjspoficial
12/09/2021 (00:00)

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