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Coordenadoria da Infância e Ejus promovem palestra virtual sobre desenvolvimento da responsabilidade

Psicoterapeuta explanou o tema.     A Coordenadoria da Infância e da Juventude (CIJ) promoveu, na sexta-feira (13), palestra virtual com o tema “Responsabilidade: uma virtude psíquica ou uma aquisição?”, em parceria com a Escola Judicial dos Servidores (EJUS). A conferência foi ministrada pelo psicoterapeuta de crianças, adolescentes e famílias Ivan Capelatto. Ele é mestre em Psicologia Clínica pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas, professor, escritor e conferencista. Cerca de 400 pessoas assistiram ao evento, aberto a magistrados, servidores e público geral.     O juiz Egberto de Almeida Penido, membro da Coordenadoria da Infância e da Juventude, apresentou o palestrante e deu as boas-vindas aos participantes. “Quando falamos sobre a educação de crianças, estamos lidando com algo muito sagrado, que merece toda nossa reverência e deferência. Com isso que seremos brindados hoje com essa palestra sobre responsabilidade”, considerou o magistrado.     O psicoterapeuta iniciou a explanação afirmando que “responsabilidade é a habilidade de dar respostas coerentes paras as coisas que nos são exigidas pela vida: responsabilidade social, escolar, profissional, entre outros”. O especialista explicou, em seguida, sobre as fases do desenvolvimento humano. “O primeiro ano de vida é o mais importante na vida do ser humano, pois determina a aquisição neurológica e afetiva do reconhecimento do sentimento de pertinência. O contato repetitivo do bebê com os objetos de seu entorno irá determinar o que Freud denominou de pontos de fixação, que é a construção benigna do sentimento de pertencer a um lugar. É o maior bem que um pai e uma mãe podem dar a seu filho”.     Para Capelatto, sem essa ambiência e elaboração dos pontos de fixação, há um prejuízo psíquico fundamental, que é a introjeção do sentimento de pertinência. “A ambiência associada a uma mãe acolhedora, empática, amparada pelo pai, irão proporcionar a organização, por parte da criança, de seu Self (sentir-se a si mesmo) e sua relação com o mundo externo (ego)”, afirmou.     O especialista complementou, a respeito do self, que é a principal e única maneira do sujeito humano gerar, psiquicamente, o sentimento de “ser-si-mesmo”, não ser um outro, não perder a auto estima nem perder o sentimento de pertencer e se responsabilizar pelo que escolhe e acredita, e vem daí “a responsabilidade e a vontade de dar respostas ao que é exigido do sujeito sobre sua relação com o outro (o mundo externo, as pessoas, o cumprimento de promessas e compromissos) e consigo mesmo ( o desejo de se cuidar)”, encerrou Capelatto.          imprensatj@tjsp.jus.br       Siga o TJSP nas redes sociais:     www.facebook.com/tjspoficial     www.twitter.com/tjspoficial     www.youtube.com/tjspoficial     www.flickr.com/tjsp_oficial     www.instagram.com/tjspoficial     www.linkedin.com/company/tjesp
16/05/2022 (00:00)

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